domingo, 10 de fevereiro de 2008

A Éra do Aquecimento Global


O tempo da humanidade foi separado por períodos: existiu o Pré-Histórico, Histórico, Idade Média, Idade Moderna e atualmente estamos no Período Contemporâneo. Mais a partir de algum tempo, entramos numa nova Éra, ou período, a Éra da Correção. Estamos vivendo um período em que é preciso remediar.

Por muito tempo nós achamos que o progresso era a solução de nossas vidas. Nos traria facilidades, conforto, economia de tempo, etc, mais o que esquecemos foi que a partir de uma ação se tem uma reação, e a reação estamos apenas começando a experimentar. Uma dessas reações ou conseqüências é chamada de Aquecimento Global, o que mais nos preocupa e nos afeta nos dias atuais.

O Aquecimento Global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e à possibilidade da sua continuação durante o corrente século. Se este aumento se deve a causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) ainda é objeto de muitos debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a ação humana realmente está influenciando na ocorrência do fenômeno.

Essas mudanças climáticas são ocasionadas provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases estufa (incluindo, para além do aumento de gases estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).

As conseqüências já estão sendo sofridas por nós seres humanos, vegetação e pelos animais, principalmente aqueles que vivem nos lugares mais frios. As conseqüências podem ser gravíssimas. A retenção de calor na superfície terrestre pode influenciar fortemente o regime de chuvas e secas em várias partes do planeta, afetando plantações e florestas. Algumas florestas podem sofrer processo de desertificação, enquanto plantações podem ser destruídas por alagamentos. O resultado disso é o movimento migratório de animais e seres humanos, escassez de comida, aumento do risco de extinção de várias espécies animais e vegetais, e aumento do número de mortes por desnutrição.

Outro grande risco do aquecimento global é o derretimento das placas de gelo da Antártica. Esse derretimento já vinha acontecendo há milhares de anos, por um lento processo natural. Mas a ação do homem e o efeito estufa aceleraram o processo e o tornaram imprevisível.


Realmente ou remediamos aquilo que pode ser remediado, ou sofreremos gravíssimas conseqüências, nas quais não se sabe se a vida em geral resistirá.

Vamos fazer nossa parte, e esperar, protestar para que os governantes das grandes potências, e de outros países façam a parte deles.


"Preservar a Natureza é preservar a vida."

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

A História do Carnaval

A história do carnaval começa no princípio da nossa civilização, na origem dos rituais, nas celebrações da fertilidade e da colheita nas primeiras lavouras, às margens do Nilo, há seis mil anos atrás.Os primeiros agricultores exerciam a capacidade humana, que já nas nas cavernas se distingiuia em volta da fogueira, da dança, da música, da celebração...
Foram na intenção da Deusa Isis, no Egito Antigo, as primeiras celebrações carnavalescas.Com a evolução da sociedade grega evoluiram os rituais, acrescidos da bebida e do sexo, nos cultos ao Deus Dionisus com as celebrações dionisíacas.Na Roma Antiga bacanais, saturnais e lupercais festejavam os Deuses Baco, Saturno e Pã. A Sociedade Clássica acrescenta ainda uma função política de distenção social às celebrações, tolerando o espírito satírico, a crítica aos governos e governantes nos festejos.
A civilização judaico cristã fundamentada na abstinência, na culpa, no pecado, no castigo, na penitência e na redenção renega e condena o carnaval e muito embora seus principais representantes fossem contrários à sua realização, no séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a sua evolução imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras quando permitiu que em frente ao seu palácio, na Via Lata, se realizasse o carnaval romano. Como a Igreja proibira as manifestações sexuais no festejo, novas manifestações adquiriram forma: corridas, desfiles, fantasias, deboche e morbidez. Estava reduzido o carnaval à celebração ordeira, de carater artístico, com bailes e desfiles alegóricos.
Depois do Egito, o primeiro, do segundo em Grécia e Roma Antigas e do terceiro, no Renascimento Europeu, particularmente em Veneza, o Carnaval encontra no Rio de Janeiro o seu quarto centro de excelência resgatando o espírito de Baco e Dionisus em tese de Hiram Araújo, estudioso do carnaval e do samba, ao contar uma história que completa seu sexto milênio e que acompanha a própria história da humanidade, a história do carnaval, considerando os seus Centros de Excelência, dividida em quatro períodos: o Originário, (4.000 anos a.C. ao século VII a.C.), o Pagão, (do século VII a.C. ao século VI d.C.), o Cristão ( do século VI d.C. ao século XVIII d.C.) e o Contemporâneo (do século XVIII d.C. ao século XX).


ps: Particularmente, não sou muito fã de Carnaval, mais a história é belíssima, cheia de encantos. Tudo o que tem haver com história eu me encanto, e adoro.

Photo: http://www.ead.pt/blog/wp-content/uploads/2006/02/mascara.jpg

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Feliz 2008!

Esperanças, expectativas, otimismo, alegria, sonhos, realizações, paz, amor, felicidade, coragem... Façamos esse ano de 2008 valer a pena. E um Feliz Ano Novo!

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Então é Natal ...


Enquanto todos se sentam à mesa esperando um último amigo, um último familiar, todos ali esperam calorosamente pela chuva de fogos e rojões. A champanhe está prestes a ser estourada, todos aguardadam. As conversas, o brilho no olhar, os sorrisos, tudo isso faz a noite valer a pena. Estão juntos de quem se amam, e estão felizes. A esperança, a fraternidade, a alegria, a felicidade e o AMOR pairam no ar nesse momento, e então todos podem dizer FELIZ NATAL, com um incomum brilho nos olhos, desses de desenho japones. E tudo passa a valer a pena. A rolha do vinho passa a ter razão de existir, assim como os sorrisos, os familiares, o amor que sentimos por eles, porque é Natal, e os sentimentos estão mais expostos, estão mais calorosos.

Enquanto houver pessoas com essa chama natalina acesa, o verdadeiro sentido do Natal não morrerá jamais.

O que importa é a intensidade, não o tempo de duração.


FELIZ NATAL!

domingo, 16 de dezembro de 2007

Eu estou bem, apesar das palavras ditas no silêncio, da saudade do vento, de lutar contra o tempo de tentar esquecer o medo de amar.
Eu estou bem, apesar da dor de um sentimento, de esquecer um bom momento, de te perder no ar.

Pela necessidade de escrever alguma coisa, pela necessidade de falar, dizer, sem nem compreender se realmente tem alguma razão.
Realmente eu estou bem, por menos que eu esteja.

Corações recortados

Em plena escuridão que pena sobre os cômodos
Eu pude me sentir completa e só
Entre papéis e medos eu estive bem
Recortando corações impróprios para o amor

Eu estive durante muito tempo colecionando cores
Estive também colecionando amores
Corações de papel e seus sentimentos tão reais
E os retalhos pelo chão, dos quais nem me lembro mais

Meus recortes sublinhados, minhas imagens embaçadas
Recortando corações eu me sentirei melhor
Recortando emoções, recortando solidão.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

A hipocrisia e a sobrevivência

Pela rua distraída observando a nitidez de um céu completamente azul, me deparo com a realidade que poderia se tornar irreal, se todos nós quiséssemos. De um lado, a dor de alguém que tem de achar nos lugares mais impróprios possíveis algo pra se alimentar, pra sobreviver. Talvez no lixo, nos restos de um outro ser-humano igual à ele. E isso não tem outro nome senão sobrevivência. Ao olhar para o outro lado, vejo outro alguém, como eu, como você, como a outra pessoa que precisa sobreviver. Ele está ali, e gasta fortunas, e ri, e possui um relógio de ouro no braço, um carro blindado e paga numa simples camisa o dinheiro que o outro ser-humano ao seu lado, usaria para se alimentar durante um ano ou mais. A hipocrisia do homem com o relógio de outro vai além, assim como sua ganância. Ele nem fita o outro que busca alimento no lixo. Ele não o vê, e pronto. Não quer vê-lo. Só vê o que quer. Vê as roupas caras, os relógios de ouro, os carros importados, o luxo, o dinheiro... Mas não vê, aquele que necessita de um pouco de comida, de uma mão estendendida, para poder sobreviver. Seus olhos se cerram para isso. É como se aquela pessoa ao seu lado que recolhe sua sobrevivência não fosse como ele, não tivesse sentimentos, direitos, virtudes e defeitos, sonhos escondidos. O homem do relógio de ouro está ali e nada vê. Vê apenas um pobre que se alimenta do que ele acabou de despejar no lixo. E para ele isso é tão comum, é como uma selva, sem leis, sem solidariedade, sem humanidade. O homem olha se choca, sente piedade, caminha, e depois de alguns minutos se esquece do que viu. O outro ser-humano que busca sobrevivência do lixo jogado pelo homem do relógio de outro continuará ali, sabe-se até quando. Outras pessoas passarão, o olharão, se chocarão, terão piedade, e caminharão esquecendo-se sem nem estender a mão, sem nem ajudá-lo a viver um dia mais "humano".

domingo, 11 de novembro de 2007

Sonhos ...

Enquanto eu sonho posso ter minha própria fantasia, e fazê-la virar realidade. Posso ser princesa ou fugitiva. Posso estar presa no alto da torre, ou ser a coadjuvante da história. Eu sou a narradora e por tanto, em meu sonho faço o que quiser fazer. Corro livre pelas montanhas e sinto o vento frio bater em meu rosto. Posso estar caminhando entre os montes urais, ou pelas pirâmedes do deserto Egipício, até mesmo pelo Polo Norte, cortando a neve. E isso me traz uma ligeira dimensão de como nosso planeta é extenso e cheio de culturas, formas de relevo, mares, rios, bosques, pântanos, montanhas e florestas, e isso me traz ligeira alegria. Vivendo isso em sonho. Sim o sonho é uma forma de liberdade, de ser quem não se tem coragem de ser, ou de fazer o que não se tem coragem de fazer. O sonho é mais do que memórias, pode ser a viagem da alma. E quem sabe o sonho também não prevê antecipadamente coisas que nos ocorrerão? Sonhos são pequenos pontos de liberdade que vivemos aos poucos sempre que a escuridão chega. E o mais extasiante: sonhos são ou podem se tornar realidade.